Crónicas

Voltar a casa 

Não há nada como o conforto da nossa casa.

O cheirinho da terra quando chove. O ladrar de um, ou outro cão que anuncia o chegar de um carro. O buzinar do padeiro quando comparece com o pão pela manhã…

Por muito que o brilho e o ambiente feérico da cidade me fascinem, é para aqui que volto. Sempre. Ao campo.

Tudo tem um ritmo diferente. Aqui os pássaros cantam de verdade, a terra é naturalmente negra e as árvores são mesmo verdes.

É para aqui que volto sempre. Para os braços da minha mãe.

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