Crónicas

Para o caminho

O caminho nem sempre é o que idealizamos. É o que calha, por vezes. Saber lidar com ele é o desafio. O maior de todos.

Estar bem, quando tudo está bem é simples. Estar bem quando as coisas não estão à feição é o difícil! Mas isso é o que incrementa a nossa finitude.

E por muito que ande, por muitos caminhos que trilhe, há uma certeza que terei sempre: vou fazer com que o meu seja bonito. E dele fará, sempre, parte aqueles que entendo que têm de lá estar. Quer se goste, quer não se goste. São “os meus”. São os que me fazem aprender com os erros. São os que me fazem errar para poder aprender. Fazem-me ciente das minhas fragilidades. Fazem com que as fragilidades se tornem força.

Não nos esqueçamos de uma coisa, os olhos mais bonitos já choraram a maioria das lágrimas. O sorriso mais contagiante esconde profundamente alguns segredos. E o mais bondoso dos corações já sentiu a maior das dores. 

Agora, saber tornar o mau no bom não é fácil. É ao longo do caminho que isso se vai aprendendo. 

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